Guerra

Uma breve história do caos: da Grécia à pós-modernidade. Parte 1

Uma breve história do caos: da Grécia à pós-modernidade. Parte 1
12.12.2022

Os participantes mais atentos da frente ucraniana notam a natureza peculiar desta guerra: o fator caos tem aumentado enormemente. Isto se aplica a todos os lados da OME, tanto às ações e estratégias do inimigo quanto ao nosso comando, ao papel dramaticamente crescente da tecnologia (drones e aeronaves de todos os tipos) e ao intenso suporte de informação online, onde é quase impossível distinguir o fictício do real. Esta é uma guerra de caos. Chegou a hora de revisitar este conceito fundamental.

Apenas a Pluralidade de Informação pode impedir a Guerra

Apenas a Pluralidade de Informação pode impedir a Guerra
12.12.2022

Após a Segunda Guerra Mundial, o direito internacional moderno foi estabelecido com a ideia de combater a “propaganda de guerra” (Resolução 110 da Assembleia Geral das Nações Unidas de 3 de novembro de 1947 [1] e Resolução 381 de 17 de novembro de 1950 [2]). Os legisladores internacionais, ou seja, Estados soberanos, logo concordaram que a guerra só poderia ser combatida assegurando o “livre fluxo de ideias” (Resolução 819 de 11 de dezembro de 1954 [3]).

Armas enviadas pelos EUA para a Ucrânia estariam entrando no mercado negro

23.05.2022

À medida que os EUA enviam sistematicamente armas para a Ucrânia, crescem as preocupações sobre quem está realmente recebendo esse equipamento. Recentemente, uma série de reportagens foi feita por jornalistas, apontando que o material enviado por Washington possivelmente estaria entrando no mercado negro, o que seria uma repetição da experiência americana no Afeganistão e na Síria. O caso é muito grave e reitera a importância de exigir o fim do envio de armas para Kiev.

O Silêncio dos Historiadores e o Ataque dos Banderistas

05.03.2022

Não sou historiador, mas entendo um pouco de história, então me pergunto por que, durante esta tempestade midiática em que geopolíticos, analistas, estrategistas, psicólogos, psiquiatras (as duas últimas categorias para estabelecer que Putin é louco e tem problemas que ele carrega desde a infância…. Ah! a psicanálise neofreudiana, pau para toda obra!) tudo “muito objetivo”, ça va sans dire, por que, pergunto-me, não aparece na TV um historiador que, ouvindo as tolices politicamente corretas, não cai na gargalhada e intervém para uma definição historicamente rigorosa. Sim, pergunta retórica, pois conheço muito bem a razão.